terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O poder da gratidão


            “Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.”  I Tess. 5:18

            Gratidão e ingratidão são contagiosas e afetam profundamente o nível de paz numa sociedade.  Uma destas duas deve ser encorajada e a outra deve ser combatida porque com certeza as duas vão se espalhar pela comunidade.

            É uma pena que não existe um exame que mostre o nível de gratidão que existe na vida interior de cada ser humano.  Se existisse tal exame poderíamos combater muitas doenças relacionais na sociedade e encorajar muitas alegrias relacionais.

            Sendo que não existe tal exame devemos pedir que Deus inclua em toda sociedade números  cada vez maiores de pessoas cada vez mais gratas. Assim, espalhando a gratidão a qualidade de vida naquela sociedade melhoraria.

            Pessoas gratas dificilmente fazem parte dos problemas mais graves de uma sociedade. Elas não procuram o negativo então ficam longe das pessoas negativas que na sua ingratidão sempre incentivam o negativo e o mal.

            Ainda não existe um teste biológico que mostra o nível de gratidão em mim, mas eu mesmo posso medir a minha gratidão ou ingratidão.  É só medir meus RPMs.

            Não estou falando das minhas Rotações Por Minuto que tem indicador no meu carro.  Estou falando dos meus Regozijos Por Minuto na minha vida interior. O meu coração mede estes RPMs e me revela o meu nível de gratidão pela paz e alegria que vem do meu coração.

Que os nossos Regozijos Por Minuto sejam contagiosos!  Assim contribuiremos para uma sociedade melhor.
 

Carlos McCord

Presidente do Ministério Permanecer

Ponto de Partida

Hábitos bem estabelecidos são difíceis de mudar. Uma vez que estabelecemos um comportamento habitual parece que aquele comportamento manda na nossa vida.

Gostamos de pensar que controlamos nossos comportamentos, mas chega uma hora que percebemos que um comportamento habitual está mandando na gente. Parece que o comportamento veio para ficar.

O que “veio para ficar” não é o hábito, mas é o poder da escolha de um ponto de partida. Como seres humanos fomos criados para ter Deus como o nosso ponto de partida e o nosso comportamento habitual. Fomos criados para iniciar cada dia habituados a viver Deus.

Quando Adão e Eva comeram da árvore do bem e do mal, eles abriram uma porta que por meio dela entraram centenas de pontos de partida para a humanidade oferecendo ser o início de vida.  A história da humanidade é a triste descoberta que nenhum destes pontos de partida que nasce na árvore do bem e do mal consegue dar e manter vida.

Quando Jesus chamou os seus primeiros discípulos a seguir-Lo, Ele estava oferecendo a si mesmo para ser o novo ponto de partida para a humanidade.  Ele chamou seus discípulos a mudar o hábito de comer da árvore do bem e do mal e voltar a comer da árvore da Vida e ter Deus como o novo ponto de partida que dá e mantém vida.

Existe um elo entre a qualidade da nossa vida e o nosso ponto de partida. Existe um elo entre escolher Jesus e ter vida abundante porque Ele é a árvore da vida.

Comece cada dia com palavras que declaram que Jesus é o seu ponto de partida.
Na hora de acordar e antes de se levantar da cama diga “Jesus, que bom que o Senhor habita em mim!”. Assim você estabelecerá que o seu ponto de partida é Jesus.

O hábito de começar tudo em Jesus é o único hábito que dá e mantém vida.  Jesus é ponto de partida e hábito que você nunca vai querer mudar.


 

Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Vantagens

O discípulo de Jesus tem uma grande vantagem quando experimenta um momento lindo. A vantagem é fechar bem um momento de alegria sendo grato.

Alguém que não tem fé em Deus não sabe fechar bem as boas experiências da vida.
Algo bom acontece e o descrente pode apreciar, mas não tem ninguém a quem pode agradecer.  O discípulo tem alguém que sempre participa das nossas alegrias. É Jesus!  Dizer “Obrigado Jesus!” fecha bem uma alegria recebida.

O discípulo de Jesus também tem alguém com quem chorar nas horas difíceis.
Quando aqueles momentos de tristeza vêm, ele pode ter um desfecho chorando até não precisar chorar mais. Dizer na aflição “Jesus, preciso chorar!” fecha bem uma aflição recebida.

Sim, o discípulo de Jesus tem muitas vantagens em Jesus.


 

Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer