sexta-feira, 8 de abril de 2016

Desafio Getsêmani - Dia 20 - O sentido do jardim - Verdade

20º Dia – O sentido do jardim - Verdade. (07/03/16)

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:41

Chegamos exatamente na metade do nosso desafio. Glória a Deus pela sua vida. Dentro do jardim do Getsêmani, quero passar algumas lições importantes que já aprendemos, mas vale a pena dar uma revisada. Para que sejamos preparados para caminhar em direção a cruz eu preciso ter alguns pontos determinantes.

1) Orar. Jesus foi orar sozinho por que sabia que quando estivesse na cruz estaria sozinho. Um grande ensinamento que podemos ter é que ao passar por dificuldades, quem passa é sempre você sozinho e não encontramos muitos amigos nestes momentos. A oração te capacita para enfrentar a dificuldades levando você a chegar na cruz. O que devemos entender que não devemos orar depois que a dificuldade chega, mas antes e bem antes, preparando para a batalha. A oração vai te preparar para caminhar em direção ao seu alvo que é a cruz de Cristo. Gosto muito desta frase: “Um evangelho sem cruz é um evangelho sem graça.” A oração é a arma que Deus nos deu para preparar para os desafios da vida e não são poucos.

2) Vigiar. Jesus pediu aos seus discípulos para ficarem com ele e vigiar. Como isto foi difícil. Existem momentos em nossas vidas que pensamos “O que fazer?”, mas na verdade não há nada o que fazer. Precisamos nos aquietar e tentar ouvir a voz de Deus. Nestas ocasiões, ouvimos muito mais a voz do nosso coração do que a de Deus. Quando a situação de nossas vidas aperta, se não vigiarmos, podemos ficar insensíveis a voz do Espírito Santo. Quando não ouvimos a voz do Espírito Santo muitos erros podem acontecer e um minuto de bobeira pode por a perder toda uma vida. Cuidado para que em nosso coração não seja um campo minado que pode nos distrair e perder toda a benção. A vigilância nos ajuda a orar mais e entender o que Deus está fazendo. 

3) Aceite a vontade de Deus. Às vezes queremos que as coisas sejam do nosso jeito e nem sempre são. Quando não são ficamos com um bico de Tucano e passamos a murmurar de tudo. Muitos pais não ensinam seus filhos a ouvirem “não” e com isso crescem despreparados para a vida. Nem sempre ganhamos na vida, perdas são normais muitas vezes devido a natureza pecaminosa agir ao invés da natureza espiritual. Creia que as perdas podem nos preparar para ganhar depois. Davi deixou escrito em Salmo 126:5 – “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.”

A vontade de Deus é maior que nossa vontade. Antes de tomar uma decisão ou começar um novo tempo em sua vida, busque a orientação do Senhor. Ele sabe de tudo e nos orienta sobre nosso futuro. Jesus orou no Getsêmani por algo que iria acontecer, quanto mais nós devemos fazer o mesmo. Vá para o Getsêmani!

Deus abençoe.

Pr. Dinei Morais

Desafio Getsêmani - Dia 19 - O sentido do jardim - Verdade

19º Dia – O sentido do jardim - Verdade. (06/03/16)

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:41

Nestas palavras de hoje quero transmitir algumas lições do Getsêmani. Jesus disse que o espírito está pronto, a carne não está, mas é fraca. O espírito no grego, neste trecho significa simples essência, destituída de tudo ou de pelo menos todo elemento material, e possuído do poder de conhecimento, desejo, decisão e ação. Foi isto que Jesus tinha. Precisava anular a vontade dele, mas a ação, decisão de fazer a vontade soberana do Pai, isto era mais certo do que qualquer coisa.

Precisamos entender que a simples essência de Deus em nossa vida esta disponível. Temos o dever de destituir de nossas vidas tudo o que é além da nossa essência. Tudo o que é material que atrapalha o meu relacionamento deve ser colocado em sujeição a Deus.

Jesus não tinha em sua vida nada mais nada menos do que a essência correta, posicionamento correto, direção correta de tudo o que tinha que fazer. Talvez você pense que tudo para Jesus era possível porque Ele era Deus, mas esquecemos de que era Deus encarnado. Então esta tese ou esta afirmação está errônea, pois alguns versículos atrás veem Jesus declarando o seguinte: “Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo.” Mateus 26:38

Tristeza somente parte de alguém que tem a natureza humana. Para refutar de vez está afirmação, Jesus disse: “Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.” Mateus 26:42

Jesus desejou ardentemente ficar longe da cruz, pois sabia o sofrimento que iria passar. Notamos isto em apenas dois versículos citados acima, mas em três anos e pouco de seu ministério vemos Jesus com outros sentimentos iguais aos nossos. Por que?  Porque Jesus estava nos mostrando que podemos passar por grandes vales e chegar até o fim de um abismo, e mesmo assim contar o tempo todo com a ajuda do nosso Deus e Senhor. Dentro da definição dada acima da palavra “espírito” em grego vemos a expressão, “possuídos de conhecimento”.

A falta de entendimento e conhecimento é algo que nos puni diariamente e severamente. Erramos por falta de conhecimento. Entramos em situações desfavoráveis por falta de entendimento e conhecimento. Será que hoje a nossa vida está sendo assolada por decisões que tomamos sem conhecimento? O desafio é buscar ao Senhor e ter este conhecimento para que possamos fazer corretamente à vontade de Deus. Que o nosso espírito esteja sendo fortalecido diariamente por Deus. Busque estar no jardim.

Deus abençoe.


Pr. Dinei Morais

Desafio Getsêmani - Dia 18 - O sentido do jardim - Tentação

18º Dia – O sentido do jardim - Tentação. (05/03/16)

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:41

Somos tentados em todo tempo. Para não entrarmos em tentação temos que “vigiar e orar”. Dois verbos que promovem ação. Mas estes verbos de ação trazem até nós também um desafio que é muito “tentador” diante da dificuldade que temos de vigiar e orar. Jesus conhecia bem Pedro, Tiago e João, e também me conhece e conhece você leitor. Ele sabe se você tem ou não vigiado e orado ao Senhor Deus e Pai.

A sensação que temos é que ao não conseguir vigiar e orar, ficamos com a sensação de estar vencido. Paulo deixou escrito o seguinte em 2 Coríntios 4:8-9 que diz:

“Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos;”

Quero aqui apenas levar você a pensar no seguinte versículo substituindo a palavra “atribulado” por “tentados”. “Em tudo somos tentados”, e na sequencia declaramos “porém não angustiados ou derrotados”.

Pense assim. De repente, a vontade espúria diminui e desaparece, e a vontade legitima volta a vingar e prevalece. A tempestade passa, a crise acaba, a tentação é vencida e o processo de salvação continua. Olhando para este momento, podemos ver que Jesus levanta a cabeça, reúne os discípulos, entrega-se corajosamente aos seus algozes, caminha para a cruz, toma sobre si a iniquidade de todos nós, derrama sua alma na morte e realiza plenamente o seu projeto! Neste momento do Getsêmani, o fio no qual a nossa salvação estava dependurada não se rompe.

Vigiar e orar são algo contrário da nossa natureza. Por isso, vejo e percebo principalmente em minha vida que deixando de vigiar e orar por um momento sequer vê-me fazendo coisas que não glorifica a Deus. Falo e faço o que realmente não desejo fazer, mas justamente neste momento onde não vigiei e não orei é que se abre a brecha, a porta para que o inimigo mude todo o meu sentido de cristão e servo de Deus. Será que não somente eu, mas a cada um vocês leitor ou leitores, não se vê nesta mesma condição? Será que não estamos abrindo portas da vontade humana, dando mais crédito ao inimigo do que a Deus? Por isso, mais uma vez eu digo para todos os que estão passando por este momento: Corra para o Getsêmani e destrua a tentação de fazer o que você quer, mas com vigilância e oração façamos o que a vontade de Deus que é boa, perfeita e agradável se realize em nossa vida e família.

Deus abençoe.


Pr. Dinei Morais

Desafio Getsêmani - Dia 17 - O sentido do jardim - Tentação

17º Dia – O sentido do jardim - Tentação. (04/03/16)

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:41

Mais uma vez ouvimos Jesus falando sobre “Vigiar e Orar.” O propósito em vigiar e orar é para que não entremos em tentação. Parece que o verso acima expressa o que o Senhor mesmo estava sentindo naquele momento. A Palavra tentação tem um sentido mais amplo no Novo Testamento do que em português e abrange toda qualidade de prova de fé e obediência. Tentação significa o ato ou efeito de tentar; Impulso íntimo dirigido para o pecado, originado dos instintos inferiores ou da malignidade do inimigo. Outra definição de tentação é um desejo violento da alma humana a fazer algo que pode ser certo ou errado.

O Senhor foi tentado a retirar-se da plena vontade de Deus, em face do preço tremendo que haveria de pagar e cumpri-la. Era sua natureza humana, sua carne, que era imaculado, que repelia a cruz. Seu espírito estava pronto e desejoso. Este conflito ocorre, em certa forma, em todos os discípulos.

Vamos pensar um pouco sobre a tentação e seu significado e quando vemos Jesus dizendo que o espírito esta pronto, mas a carne é fraca. Somos tentados todos os dias. Um exemplo: “Não quero ler a Bíblia, mas desejo ver um programa de televisão sem um propósito.”; “Não obedecer às leis, mas encontrar meios de infligir às regras e tirar proveito disto”; “Não quero amar, mas lido com o egoísmo, a raiva, a ira e com a amargura dentro do coração.”

Tudo isto faz parte da tentação da minha carne, ou seja, satisfação carnal para atender a minha natureza terrena. Paulo diz o seguinte em Romanos 7:15: “Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.” Existe hoje uma luta interna entre a carne e o espírito. Jesus passou por este momento no Getsêmani.

Vigiar e orar são o único meio que temos para subjugar a carne por meio do Espírito Santo. Entramos sim em tentação, quando eu não vigiamos, não oramos e não fundamentamos a nossa vida na Palavra de Deus. Em Colossenses Paulo fala o seguinte em Colossenses 3:3 – “Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus.”

Se destruirmos a nossa natureza terrena por meio do Espírito Santo, a nossa visão muda, a nossa vida é transformada a semelhança de Deus e todas as outras coisas terrenas, não terão poder para matar o Espírito Santo de Deus, pois no jardim é preciso entregar a velha natureza na cruz e buscar ser obediente a vontade soberana de Deus. Tentados, mas não destruídos, subordinados em Deus, caminhando diariamente para cruz onde a vitória já está consumada. 

Deus abençoe.


Pr. Dinei Morais

Desafio Getsêmani - Dia 16 - O sentido do jardim - Aprender

16º Dia – O sentido do jardim - Aprender. (03/03/16)
“E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?” Mateus 26:40

Vamos pensar um pouco sobre: Qual é o Deus dos jardins? Existem dois jardins em questão: o jardim do Éden e o jardim do Getsêmani. Um significa “PARAÍSO”, e o outro significa “PRENSA”.

Em ambos os jardins, Deus estava presente. O que significa isto? Em primeiro lugar, ambos os jardins a presença de Deus é real e notória. No jardim do Éden havia características peculiares. Deus criou o homem para ter um relacionamento com ele. Deus nos criou com propósito de adoração, comunhão, missão, servir as pessoas e evangelismo. Todo ser que nasce nesta terra tem um propósito já definido por Deus. Este tipo de relacionamento de Deus com Adão foi quebrado e interrompido pelas decisões equivocadas de Adão. Houve, portanto uma separação, quebra de aliança e distanciamento de Deus. O fato que não muda é que o propósito não mudou, pelo contrário continua o mesmo. Ao homem cabe a responsabilidade de adorar a Deus e expandir seu amor a todas as pessoas.

Em segundo lugar, é que Deus não muda. O que mudou do Éden para o Getsêmani? A resposta é simples e clara. O que mudou foi à condição do homem, que no Éden antes do pecado tinha um relacionamento sem barreiras com Deus, e isto foi quebrado como disse antes. No Getsêmani, Jesus veio para restaurar este relacionamento novamente, trazendo o homem de volta para perto de Deus.

No jardim do Éden o homem por causa de suas decisões, separou de Deus e criou um obstáculo entre o homem e Deus. No Getsêmani, Jesus uniu o homem a Deus por meio do seu sacrifício, por isso que o significado Getsêmani é prensa. Ali Jesus passou pela prensa o pecado e o destruiu. A questão, que talvez você esteja perguntando agora é a seguinte: O que isto tem haver comigo? Tudo.

Provavelmente ao ler este devocional, você possa estar imaginando o seu próprio jardim. Talvez esteja sem vida, e isto é uma realidade, pois onde ocorreu o pecado (ÉDEN), não deixou de ser paraíso, mas deixou de ser habitado pelo homem. Talvez o seu jardim esteja sem nenhuma flor, seco, sem graça e sem a graça de Deus. Talvez ao olhar seu jardim você entre em desespero e até pense em desistir, mas eu tenho uma boa noticia para você. Jesus é a semente que foi plantada no Getsêmani para te dar esperança. Quando Jesus fez a vontade do Pai, ele foi e é a semente da vida plantada em uma cruz, que levanta o abatido e transforma o nosso jardim seco e sem vida em uma exuberante plantação de esperança, fé e amor. O seu jardim hoje pode estar destruído, mas não acabado. Olhe para o alto e veja Jesus colocando em sua mão uma semente chamada “ESPERANÇA”. Vá para o jardim e creia no milagre da vida.

Deus abençoe.


Pr. Dinei Morais

Desafio Getsêmani - Dia 15 - O sentido do jardim - Aprender

15º Dia – O sentido do jardim - Aprender. (03/03/16)
“E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?” Mateus 26:40

Voltando para o verso em questão acima, a palavra “Vigiar” chama muito a atenção. Jesus no Getsêmani pediu para que homens comuns Pedro, Tiago e João estivessem com ele em oração. Uma comparação interessante é a do Jardim do Éden. A vigilância neste jardim com o significado de paraíso, Adão tinha que cuidar para obedecer a Deus e principalmente a regra que foi passada, onde a sua responsabilidade era cumprir a ordem dada. Adão não poderia ter contato com a árvore do conhecimento do bem e do mal. O que tinha em comum em ambos os jardins?

Em primeiro lugar, no jardim do Éden, Adão era um homem comum, não conhecia o pecado e viva um relacionamento sem barreiras com Deus. Quando Adão deixou de vigiar e passou a obedecer a sua própria vontade, desobedeceu a Deus e passou a esconder-se. Pedro, Tiago e João no jardim do Getsêmani, eram homens comuns, sujeitos ao pecado herdado de Adão, homens falhos que devido ao cansaço ou até mesmo as horas da madrugada, não conseguiram “VIGIAR”. Tanto no Éden ou no Getsêmani houve erros que tiveram consequências, sendo a maior delas o distanciamento de Deus. O erro de Adão em não vigiar, colocou o pecado na jogada entrando no mundo. O erro de Pedro, Tiago e João, não foi em cometer algum pecado, mas de não vigiar e ceder à tentação de dormir quando precisavam urgentemente orar a favor do Mestre.

Em segundo lugar, tanto no jardim do Éden como no Getsêmani, havia um homem incomum, chamado Jesus Cristo. Jesus mostra para vigiar antes de a tentação chegar, antes da batalha chegar, antes da enfermidade chegar e antes da dificuldade chegar. Jesus estava ali já preparando Pedro, Tiago e João para os que eles iriam passar logo após a sua morte, e o inicio da era cristã do primeiro século.

Em terceiro lugar, hoje existem pessoas como eu e você, pessoas também comuns. Jesus nos leva a refletirmos sobre a importância de estarmos preparados antes das batalhas, lutas entre outras situações que poderão chegar até a nossa vida. Não adianta vigiar ou orar depois que o caos está instalado em nosso meio, pois quando isto acontece precisamos mergulhar em oração.

Hoje Jesus está dizendo: “Você pode vigiar não por uma hora, mas ore um pouco comigo, eu quero ouvir a tua voz e responder a sua oração.” Corra para o jardim e deixe Deus te tocar.

Deus abençoe.


Pr. Dinei Morais

segunda-feira, 28 de março de 2016

Desafio Getsêmani - Dia 14 - O sentido do jardim - Aprender

14º Dia – O sentido do jardim - Aprender. (01/03/16)
“E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?” Mateus 26:39

O Getsêmani é o lugar onde Jesus enfrentou acredito eu uma das suas maiores batalhas. Na tentação do deserto quando lutou contra o inimigo e o venceu pela Palavra de Deus, não se compara com o Getsêmani, quando ele precisa ser o cumpridor da Palavra de Deus.

Uma coisa é você vencer o inimigo no deserto sabendo que a vida iria continuar, e a outra era saber que para vencer o inimigo, Jesus seria o sacrifício vivo de Deus, ou seja, a promessa fosse cumprida. Salmo 22:16-18

“Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes.”

Percebe-se que o salmista Davi estava falando de Jesus na cruz. Pense um pouco na sua situação. Pense na situação da sua família. Pense na situação que encontra seu vizinho. Pense nas crianças nas ruas, sem casa ou qualquer outro lugar para ficar. Pense na mãe que chora pelo seu filho drogado. Pense na situação que você está agora quando seu chefe o colocou para baixo. São situações que muitos enfrentam que não chega perto do Getsêmani. Jesus ali no jardim cumpriu a Palavra e Deus em todos os aspectos. Jesus não somente viu o pecado da humanidade sobre seus ombros, mas viu também que a sua situação de hoje foi mudada lá na cruz, logo depois do Getsêmani.

Jesus foi o sacrifico vivo para cumprir a Palavra de Deus. Como está a sua vida hoje? Em que tipo de situação você está passando ou enfrentando? Você precisa fazer o sacrifício de abrir a Palavra de Deus e ter contato com o Senhor. Você não precisa morrer como Jesus morreu para alcançar o cumprimento das promessas de Deus. O sacrifício que nos trouxe libertação já foi efetuado pelo Mestre. O sacrifício que hoje precisamos fazer não conduz a morte, mas para vida e vida com abundância. O sacrifício que fazemos é para que a nossa carne seja subjulgada pelo Espírito Santo.

Precisamos aprender a vencer o inimigo que nos assedia todos os dias. Fazer o sacrifício de abrir a Palavra de Deus e aplicá-la em nosso cotidiano, assim como Cristo fez em todo tempo. Se você pensa que seu sacrifício é muito difícil, pense um pouco sobre o que Jesus passou no Getsêmani e depois no sofrimento da cruz. Será que o que passamos é muito maior do que o Mestre passou? Mude o foco e veja a grande oportunidade de crescimento que Deus está proporcionando a cada um de nós através das lutas, tentações e provações. Passe pelo Jardim.

Deus abençoe.


Pr. Dinei Morais